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11/07/14 - Cida Moreira faz apresentações no teatro da casa de Hilda Hilst

Quatro shows trazem músicas de Tom Waits, Janis Joplin, Amy Winehouse, além de clássicos do jazz, blues e MPB aliados a declamações de poemas de Hilda Hilst


 
A cantora Cida Moreira e seu piano voltam em nova temporada no Teatro da Casa do Sol, sede do Instituto Hilda Hilst (IHH) em Campinas (SP), nos dias 20 e 25 de julho e 1º e 8 de agosto. Em cada dia o espetáculo será diferente, mas todos apresentarão uma marca comum: a cantora vai recitar poemas de Hilda Hilst. Essa é a primeira produção que o Obscena Lucidez realiza com o IHH.

Os ingressos estarão disponíveis, a partir de 14 de julho, no site de e-commerce Obscena Lucidez (www.obscenalucidez.com.br), por R$ 60,00 (entrada inteira) e R$ 30,00 (meia entrada, com apresentação de comprovante no dia do espetáculo). O Teatro da Casa do Sol fica na Rua João Caetano Monteiro, 300, quadra B, Parque Xangrilá, Campinas (São Paulo).

No primeiro show, o de 20 de julho, parte dos ingressos será vendida pelo site e o restante será reservado para patrocinadores e convidados. Os ingressos para os outros três shows estarão à venda pelo site.

Clássicos do jazz e blues

Cida Moreira explica que escolheu os shows de seu repertório que melhor dialogam com a obra de Hilda. Os poemas apresentados serão da obra Odes Mínimas. “A obra de Hilda e a minha música têm linguagens contundentes, estranhas e contemporâneas. Juntas vão gerar uma energia muito especial”.

Nos dias 20 e 25 de julho Cida rememora o seu show Summertime, o primeiro de sua carreira, apresentado no Lira Paulistana e que virou disco em 1981 com clássicos do jazz e blues, a exemplo da faixa título, e ainda contendo a íntegra da então censurada “Geni e o Zeppelin” de Chico Buarque. Cida é categórica ao lembrar esse primeiro espetáculo. “Hoje sou ainda mais grata aquele momento tão precioso, pois este show e este disco construíram toda a minha história como cantora. Eles me deram o futuro, uma trajetória da qual me orgulho e um aprendizado que se eternizou.”

Em 1º de agosto será a vez do espetáculo “Canções para Cortar os Pulsos”, homenagem à obra do compositor norte-americano Tom Waits, uma de suas principais referências estéticas. “Essas canções e esse homem caminham comigo há muito, muito tempo, gestando em mim, ao lado de outros ídolos minha maturidade artística, refinando a poesia que imagino cantar, edulcorando minha lucidez e meus desencontros.”

O show que fecha a temporada será em 8 de agosto. Intitulado “A Dama Indigna” retoma o formato de piano e voz, remetendo ao “Summertime”. Neste espetáculo as canções do CD de mesmo nome são entremeadas por fragmentos de textos que falam do tempo e do uso que fazemos dele e da relação da artista com o mundo onde está inserida.

Sobre esse trabalho Cida diz: “Neste momento a dama quer ficar só com sua música para ser indigna o suficiente, para manter seu desejo de ser artista intacta, renovada, depois de tantos anos... adoraria ter sido uma verdadeira cantora de cabaret. Nasci no tempo errado para isso, criei então uma persona assim: teatral, sem pudor, completamente livre. Assim é essa dama – um apanhado peculiar de canções emblemáticas, canções universais: brasileiras e estrangeiras, rigorosamente recortadas pelo tempo que atua em mim e que quer (como diz Chico Buarque) apenas subir ao palco e deixar que esse tempo cante”.

É provável que essa seja a última apresentação do show “Dama Indigna”, pois a cantora já tem novas propostas sendo gestadas e produzidas, com previsão de lançamento no segundo semestre.

Instituto Hilda Hilst

O Instituto Hilda Hilst foi fundado em dezembro de 2004 por José Luiz Mora Fuentes com o propósito de preservar a Casa do Sol. Mas também tem como missão ser um espaço onde criadores tenham a oportunidade de compor uma obra com toda a tranquilidade e condições necessárias. Para tanto, hospeda artistas, pesquisadores ou tradutores nas mais diversas áreas de atuação. O IHH ainda comporta o acervo da escritora com cerca de três mil exemplares – muitos dos quais assinalados pela autora –, duas mil fotos, 150 minutos em filme Super 8 e quase 200 horas em áudio.

Os 800 m² de área construída receberam o nome de Casa do Sol. Ali se ergueu uma das obras literárias – entre poesia, prosa e teatro – das mais importantes no Brasil. Um passo fundamental para a estabilidade do instituto foi o tombamento da Casa do Sol pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas, no fim de 2011. Incluindo a área construída, são aproximadamente nove mil m² de terreno que garantem a preservação e abre a possibilidade de outras construções.

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